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Mostrando postagens de Março, 2011

Atriz Elizabeth Taylor morre aos 79 anos em Los Angeles

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By Portal TerraElizabeth Taylor ficou famosa por seus olhos violeta e pelos oito casamentos, além de uma extensa filmografia
Foto: Getty ImagesA atriz Elizabeth Taylor morreu vítima de insuficiência cardíaca aos 79 anos nesta quarta-feira (23) em Los Angeles, informou a imprensa internacional como ABC News eCNN. Ela estava internada no hospital Cedars-Sinai Medical Center havia dois meses."Atriz lendária, mulher de negócios e ativista sem medo, Elizabeth Taylor morreu de maneira tranquila hoje no Hospital Cedars-Sinai de Los Angeles", afirma um comunicado, de acordo com a agência AFP. "Ela estava cercada pelos filhos - Michael Wilding, Christopher Wilding, Liza Todd e Maria Burton", acrescenta o texto, que também lembra que a artista tinha dez netos e quatro bisnetos.Elizabeth Rosemond Taylor nasceu em 1932, em Londres, Inglaterra. Conhecida como Liz Taylor, iniciou a carreira artística aos dez anos, logo depois de se mudar para os Estados Unidos.Liz participou …

Água em prosa e verso!

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Dia Internacional da Água, diversos autores POESIAPROSAFalecimento de Goethe (1832, Alemanha)ABL Em Blocos1º Ciclo de Conferências: "Gêneros literários: um olhar atual". Conferencista: Eduardo Portela:
"O gênero policial no Brasil hoje". Entrada franca.
Eventos CulturaisCentenário de Afrânio Coutinho, amanhã (dia 23) na UFRJ, homenageie-o, participe!Nota de falecimentoFaleceu no dia 15 de março o poeta Fernando Allah Moreira. Leia-o em BlocosLiteraturaPoesiaTemática artes irmãs: Marcelo Dolabela…………………………………………………………………………………..DríopeNarrativas sobre metamorfoses já ocorriam nos poemas homéricos, como a transfiguração dos companheiros de Ulisses em porcos pela feiticeira Circe. Na obra “Metamorfoses”, de Ovídio, os deuses se transformam em humanos e, desse modo, provam a superioridade diante dos mortais e realizam seus próprios desejos.Zeus utilizava a metamorfose como disfarce para suas aventuras ou para se aproximar de mortais e deusas. Ele se mostrou a Dânae…

Poesia e raça…

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"DIVERSOS CAMINHOS EM BLOCOS", POR ZANOTO

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Jornalista famoso do Correio do Sul (Varginha/MG), desde 1950 mantém a coluna lítero-poética "Diversos Caminhos" naquele jornal.
Manteve coluna em Blocos Online de janeiro de 1998 a dezembro de 1999, e agora retorna à Internet, novamente através de nosso site.
FALECIDO EM 21 DE JANEIRO DE 2011CLIQUE AQUI PARA ACESSAR O ÍNDICE ONOMÁSTICO, POR NOME DOS AUTORES CITADOS E RESPECTIVAS COLUNASColuna nº 70, de 15/3/2011
(IN MEMORIAM)1. No dia 21 de janeiro de 2011, faleceu nosso queridíssimo colunista Zanoto. Coloquei uma observação na coluna anterior, que foi disponibilizada depois do falecimento dele, é, pois, uma coluna póstuma (já que ele me enviava várias delas, antecipadamente). A de hoje, porém, é in memoriam, homenageando o amigo de trinta anos, que nos escreveu até poucos dias antes de falecer. Posteriormente à notícia repassada por Selmo Vasconcellos, no dia 3 de fevereiro, recebemos do Dr Luiz Henrique de Souza Pinto, um dos filhos de Zanoto, a comunicação d…

Dia Internacional da mulher

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A ideia da existência de um dia internacional da mulher surge na virada do século XX, no contexto da Segunda Revolução Industrial e da Primeira Guerra Mundial, quando ocorre a incorporação da mão-de-obra feminina, em massa, na indústria. As condições de trabalho, frequentemente insalubres e perigosas, eram motivo de frequentes protestos por parte dos trabalhadores. Muitas manifestações ocorreram nos anos seguintes, em várias partes do mundo, destacando-se Nova Iorque, Berlim, Viena (1911) e São Petersburgo (1913).O primeiro Dia Internacional da Mulher foi celebrado em 28 de Fevereiro de 1909 nos Estados Unidos, por iniciativa do Partido Socialista da América em memória da greve das operárias da indústria do vestuário de Nova York, em protesto contra as más condições de trabalho.Em 1910, ocorreu a primeira conferência internacional de mulheres, em Copenhague, dirigida pela Internacional Socialista, quando foi aprovada proposta da socialista alemã Clara Zetkin, de instituição de um dia …

A DANÇA DE BEETHOVEN

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Beethoven conducting Quando a Sétima Sinfonia apareceu, em 8 de dezembro de 1813, um crítico, creio que Weber, o compositor, escreveu mais ou menos o seguinte: "o mestre está completamente louco, sua sétima sinfonia é inexecutável".
Parece que confusões e dificuldades houve, entre os músicos, durante os ensaios. A sinfonia, aliás, exige um conjunto de virtuoses para ser bem 'vivace', desde os seus opulentos 62 compassos iniciais, e nela Beethoven faz o peso do mundo dançar. Além de ser 'dançante', inventa a Sétima algo inusitado em matéria de música sinfônica, uma espécie de voragem instrumental, um sorvedouro de ritmos meio enlouquecidos, excitados, sonoros turbilhões. Beethoven está rindo por trás da música, em gargalhadas de mago ensandecido, ruidosas ufanias de liberdade espiritual, nunca antes ouvidas, imaginadas. Histérica, a orquestra chega a um clímax final, delírio apoteótico de grande esplendor. Sim, só grandes orquestras, com grandes maestros, po…

Nascido nas estrelas…

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Michelangelo di Lodovico Buonarroti Simoni (Caprese, 6 de Março de 1475Roma, 18 de Fevereiro de 1564), mais conhecido simplesmente como Miguel Ângelo ou Michelangelo,foi um pintor, escultor, poeta e arquitetoitaliano, considerado um dos maiores criadores da história da arte do ocidente.Ele desenvolveu o seu trabalho artístico por mais de setenta anos entre Florença e Roma, onde viveram seus grandes mecenas, a família Medici de Florença, e váriospapas romanos. Iniciou-se como aprendiz dos irmãos Davide e Domenico Ghirlandaioem Florença. Tendo seu talento logo reconhecido, tornou-se um protegido dos Medici, para quem realizou várias obras. Depois fixou-se em Roma, onde deixou a maior parte de suas obras mais representativas. Sua carreira se desenvolveu na transição doRenascimento para o Maneirismo, e seu estilo sintetizou influências da arte da Antiguidadeclássica, do primeiro Renascimento, dos ideais do Humanismo e do Neoplatonismo, centrado na representação da figura humana e em esp…

Patativa do Assaré, aniversário!

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Mother and Child  de Don KendigMãe PretaO coração do inocente, É como a terra estrumada, Qui a gente pranta a simente E a mesma nace corada, Lutrida e munto viçosa. Na nossa infança ditosa, Quando o amô e a simpatia Toma conta da criança, Esta sodosa lembrança Vai batê na cova fria.Quem pela infança passou, O meu dito considera, Eu quero, com grande amô, Dizê Mãe Preta quem era. - Mãe Preta dava a impressão Da noite de iscuridão, com seus mistero profundo, Iscondendo seus praneta; Foi ela a preta mais preta Das preta qui eu vi no mundo.Mas porém, sua arma pura, Era branca como a orora, E tinha a doce ternura Da Virge Nossa Senhora. Quando amanhecia o dia, Pra minha rede ela ia Dizendo palavra bela; Pra cuzinha me levava E um cafezim eu tomava Sentado no colo dela.Quando as minha brincadêra Causav…

O adeus de Zanoto

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NOTA DE FALECIMENTO - Somente hoje (3/3) soubemos do falecimento de nosso colunista Zanoto (José de Souza Pinto), no dia 21 de janeiro de 2010. Desde 1950, Zanoto mantinha a coluna "Diversos Caminhos", no Correio do Sul, de Varginha, e, desde 15 de maio de 2004, escrevia sua coluna quinsenal e depois mensal em Blocos, "Diversos Caminhos em Blocos". Em suas crônicas introduzia frases e pensamentos de alguns de seus heterônimos como P. H. Xavier e. Krug Pilard. Era Presidente de honra vitalício da Academia Varginhense de Letras, Artes e Ciências (AVLAC).
Publicado no blog de Leila MíccolisNa foto, Zanoto e LéliaConhecemos — eu e Urhacy — Zanoto, pessoalmente,no Encontro Nacional de Arte e Cultura, organizado pela Prefeitura Municipal de Registro e pela União Brasileira de Escritores de Registro/SP, em 1990. Ele e Lélia, sua amada esposa. Porém já nos correspondíamos desde 1981, pois Zanoto era extremamente democrático, publicando todos os escritores em sua coluna &qu…

Começa o ano do coelho...

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2011 – Início do ano 4648 da era chinesa (Ano do Coelho).Segundo a Astrologia Chinesa, de 3 de fevereiro de 2011 a 22 de janeiro de 2012, teremos a influência do COELHO de Metal, portanto um ano será bem mais tranqüilo do que 2010, influenciado pela ferocidade do TIGRE.
O novo ano promete harmonia, diplomacia, menos conflitos, afinal o Coelho não é de briga, não! O negócio do Coelho é a família, é curtir a vida.
Cheio de graciosidade, boas maneiras, bom gosto, espalhando alegria, otimismo, o Coelho vem nos ensinar que fazer concessões razoáveis, ou seja, às vezes deixar de ter razão pra ser feliz, será uma boa pedida.

Marco Lucchesi é o novo imortal da Academia Brasileira de Letras

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O poeta, ensaísta e tradutor Marco Lucchesi assumiu nesta quinta-feira (3) uma vaga na ABL (Academia Brasileira de Letras). Com 47 anos, o carioca passa a ser o mais jovem integrante da entidade. Ele entra na vaga deixada pelo Padre Fernando Bastos de Ávila, que morreu em novembro do ano passado.
Lucchesi é professor da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e pesquisador do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico).
Formado em história pela UFF (Universidade Federal Fluminense), doutor em ciência da literatura pela UFRJ e pós-doutor em filosofia da renascença na Universidade de Colônia, na Alemanha, ele publicou livros em italiano e português.
A cadeira de número 15, agora ocupada por Lucchesi, foi fundada pelo poeta Olavo Bilac. O novo integrante da ABL foi escolhido com 34 dos 38 votos possíveis.
Nesta semana, morreu o escritor gaúcho Moacyr Scliar, também membro da entidade. A vaga deixada por ele ainda não foi preenchida. FONTE: Agênci…

O viés da alta-costura de Maria Adelaide Amaral.

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Dificilmente acompanho novela. Raras exceções como “Ciranda de Pedra” de Alcides Nogueira, pela delicadeza e elegância que conduziu a trama baseada no romance de Lygia Fagundes Telles. E atualmente a nova versão de Ti Ti Ti, de Maria Adelaide Amaral que deu vida nova aos personagens das novelas Ti ti ti e Plumas e Paetês, ambas de Cassiano Gabus Mendes e ambas da Rede Globo.Nesta trama, Adelaide conduz, de forma muito bem humorada, a trama principal (Valentin e Jacques Leclair), como, também, as paralelas são muito bem cuidadas e construídas, mas o que me leva a escrever é a trama: Thales versus Julinho. Maria Adelaide está construindo estes dois personagens com um grande esmero e veracidade. Parecem pessoas da vida real. Parece com a vida daquele meu amigo que na adolescência era o maior pegador e depois se deparou com uma nova realidade. Que se assustava por eu me qualificar como sexual e não dentro de uma das duas gavetas hetero ou homo. Como se a vida não tivesse possibilidades. E…

Scliar: mais que um nome

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Em meio à solidão dos meus dias paulistanos, o domingo me chega nublado. Recebo dezenas de e-mails acerca de um homem batalhador que nos deixa de luto.
               Domingo: em meio a tantas buscas e repensando os (des)lugares, não imaginei que – repentinamente - me vestiria de uma saudade tão forte, imortal. A saudade, a luta, o luto sugerem (nas boas palavras de Daniel Munduruku) que Scliar é mais que um nome.
               Domingo: uma lembrança me chega. Vi o Scliar apenas uma única vez. Recordo que me sentei ao seu lado, quase desacreditando do momento mágico que Ñanderu/Deus/Tupã e todos os deuses me permitiram vivenciar. Dou graças pela oportunidade que tive ao compartilhar da mesma mesa com Moacyr Scliar, Daniel Munduruku, Darlene Taukane, Cícero Sandroni e Alberto Costa e Silva no I Colóquio Tradição Oral e Literatura Brasileira, na Academia Brasileira de Letras (ABL), à tardinha do dia 15 de junho de 2009, no Rio de Janeiro, dentro da programação do VI Encontro de Es…

Carnaval!!!