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Mostrando postagens de Maio, 2013

Cláudia Alencar e Glória Horta, poesia e prosa!

Thiago de Mello, parabéns!

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Blocos…

Aniversário de Márcia Sanchez Luz!

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CONVITE: LANÇAMENTO NO RIO DE "DESFAMILIARES", DE LEILA MÍCCOLIS
   Obra poética completa de 1965 a 2012, 7 de junho de 2013,  às 19 horas
  Livraria da Travessa de Ipanema (Visc. de Pirajá, 572)"Para uma dona de casa que gosta de cozinhar, como eu, Blocos tem gosto de massa caseira, recheada com carinho, aromatizada com folhinhas de hortelã  e acompanhada de um bom vinho".
                                                     Dulce Agnes Monteiro (Goiânia/GO) Aniversário de Márcia Sanchez Luz:    em poesiaem prosaFalecimento de Eno Teodoro Wanke (2001, Rio de Janeiro/RJ)ABL em BlocosHoje, terça. no Ciclo de conferências: Vozes românticas na literatura brasileira, Antonio Carlos Secchin palestrará sobre : "O adeus de Castro Alves". Entrada francaLiteraturaPoesia Temática Vida!: Elisa BarretoProsaColuna quinzenal de Rubens da Cunha

Banco panorâmico em homenagem a Millôr Fernandes é inaugurado no Rio

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Monumento tem vista para o pôr do sol, como o cartunista pediu a amigos.
Millôr morreu em 2012, aos 88 anos, após uma parada cardíaca.Banco tem a silhueta de Millôr e vista para o pôr do sol (Foto: Marcelo Piu/Agência O Globo)Foi inaugurado no fim da tarde desta segunda-feira (27), no calçadão entre as praias do Diabo e do Arpoador, na Zona Sul do Rio, um banco panorâmico em homenagem ao escritor, desenhista e jornalista Millôr Fernandes, morto em março de 2012 aos 88 anos, após uma parada cardíaca. saiba maisMorre o escritor Millôr Fernandes Ouça trechos da entrevista de Millôr concedida à revista 'Oitenta', em 1981 O escritor sempre dizia, contam os amigos, que se um dia fosse homenageado, poderia ser com um banquinho de onde fosse possível ver o pôr do sol. É por isso que, bem no horário do pôr do sol, o banquinho com vista para o mar de Ipanema e Leblon foi inaugurado. O local escolhido desde 2012 é conhecido como o Largo do Millôr. O projeto, do urbanista Jaime Lerner, dá a …

Mata Atlântica!

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Dia do fotógrafo e outros mais…

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Poesia, prosa e in memorian…

Dia do abraço!

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ABL em Blocos

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J.G. de Araújo Jorge, Cruz e Souza, Flávio Gimenez e Blocos

O PRIMEIRO "NÃO" A GENTE NÃO ESQUECE

"Prezado senhor...devolvemos-lhe seus originais...desejamos-lhe muito sucesso..."
O primeiro “não” que recebi de uma editora foi em 1991, há quase 20 anos. Não era bem uma editora, e sim o Laboratório de Produção Editorial da Escola de Comunicação da UFRJ, a Eco. Minha pequena história de humor, “Superávit, o herói brasileiro”, tinha feito algum sucesso com alunos, professores e o próprio diretor da escola a recomendara para publicação (chegou até a sair no “Ecos da Praia Vermelha”!). No entanto, a obra não passou pelo crivo dos alunos de produção editorial, que a rejeitaram, com argumentos que contestei, mas que não adiantou nada. Acabaram publicando uma espécie de manual de redação e lá se foi o sonho do primeiro livro.
Mas eis que logo em seguida um professor de publicidade da própria Eco adorou o livro e quis publicá-lo na sua editora, em Ipanema. Acharam que o ideal seria transformá-lo em história em quadrinhos. O diretor de criação ficou bem empolgado com as possibilidad…

Poesia e prosa

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Marli Berg, livros em Blocos

IMPRESSÕES, Santina Potyguaré

Distante trinta léguas pouco mais ou menos da bella cidade do Recife, capital de Pernambuco, existe a florescente Caruarú.
             Bafejada pelos beneficos ares das \onas sertanejas, é ella escolhida por todos aquelles, que, depauperados pelo excesso do trabalho, ou pelos encommodos phycicos, procuram recuperar as forças perdidas do seu organismo, e, diga-se a verdade, quasi todos conseguem salutares effeitos!
             Como não ser assim... se à salubridade do seu clima acresce o necessário aceio de suas ruas?
             Agrada ao viajante, depois de uma viagem enfadonha, pizar no solo caruaruense.
             As ruas largas e de uma meticulosa limpeza, unidas umas as outras por estreitas vielas que também primam pelo aceio, produzem as mais agradaveis impressões a que corresponde o coração!
             À noite, quando a lua em toda sua plenitude vagueia magestosamente pela asulea esphera, derramando a luz de seus raios prateados sobre esta cidade, a torna ainda m…

Fabrício Carpinejar

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Da série NINGUÉM É O MESMO, MESMO QUE SE REPITAGravura de Richard HamiltonO mundo não é o que a gente vê, mas o que pensamos estar vendo. A cor azul é a única que não grita. Meu quarto é um estojo de violino. O mundo não é o que a gente vê, mas o que estamos pensando estar vendo. Meu irmão regava o violão toda hora. As cordas entristeceram violetas. Pensamos que sabemos tudo. Quando não sabemos nada, começamos a entender. Repara: um homem perto de morrer parece uma bicicleta abandonada. As abelhas são formigas em dias de carnaval. As formigas são abelhas em dias de chuva. Repara: as uvas são nossos olhos plantados. As parreiras se aproximam porque sentem frio. O pior não acontece, o pior pode ser o início do que não aconteceu. Ao menos, o inferno não precisa ser construído. O mundo não é o que a gente vê, mas o que estamos pensando estar vendo. O mar é como um livro de poemas, deixa páginas em branco. Ficar quieto é ficar triste. Ficar ruidoso é ficar alegre. O mundo não vai acontecer…

Abolição da Escravatura!

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