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Mostrando postagens de Agosto, 2012

“LA GIOCONDA” NA INAUGURAÇÃO DO TEATRO AMAZONAS

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“La Gioconda”, que inaugurou o Teatro Amazonas, é um dramalhão no estilo de Victor Hugo, seu libreto é inspirado num conto de Hugo, o “Angelo, tirano de Padoue”, mas o enredo é confuso e complexo. E longo. O cenário está em Veneza do Século XVII. Logo na Introdução há um grande baile comemorativo à vitória de um nobre na corrida de barcos. Todos dançam e bebem, uma população inteira. Muitos atores. É o exemplo da Grande Ópera italiana. Com vários papéis principais, um para cada voz. Há uma verdadeira população no palco e um corpo de baile. Ópera caríssima. A inauguração do teatro não foi simples. A inauguração do TA foi ameaçada pela boataria dos inimigos do Governador Fileto Pires Ferreira, que espalharam a mentira de que a estrutura do teatro era perigosa e que o prédio estava prestes a desabar. Mas até hoje está de pé. O povo se retraiu. Houve medo. O Governo teve de reduzir o preço dos ingressos para conseguir lotar o teatro. Houve uma estranha “frieza” na população, que an…

Feliz dia dos pais!

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Dia do advogado

Nascimento de Tomaz Antonio Gonzaga (1744, Portugal) Dia do Advogado e das Instituições Jurídicas: poesiaprosa

100 anos de Jorge Amado

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Jorge Leal Amado de Faria (Itabuna, 10 de agosto de 1912 — Salvador, 6 de agosto de 2001) foi um dos mais famosos e traduzidos escritores brasileiros de todos os tempos. Ele é o autor mais adaptado da televisão brasileira, verdadeiros sucessos como Tieta do Agreste, Gabriela, Cravo e Canela e Teresa Batista Cansada de Guerra são criações suas, além de Dona Flor e Seus Dois Maridos e Tenda dos Milagres. A obra literária de Jorge Amado conheceu inúmeras adaptações para cinema, teatro e televisão, além de ter sido tema de escolas de samba por todo o Brasil. Seus livros foram traduzidos em 55 países, em 49 idiomas, existindo também exemplares em braille e em fitas gravadas para cegos. Amado foi superado, em número de vendas, apenas por Paulo Coelho mas, em seu estilo - o romance ficcional -, não há paralelo no Brasil. Em 1994 viu sua obra ser reconhecida com o Prêmio Camões. Leia mais: http://pt.wikipedia.org/wiki/Jorge_Amado

Gonçalves Dias

Rubens da Cunha e Novais Neto

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A máscara                 Pessoa vem de personae que é mascara em latin. Máscara vem do árabe sáhara,que é trapaça, burla, ou palhaço. Pessoa, personagem, máscara, palavras cujas origens se confundem num passado remoto e que, ainda hoje, andam grudadas. Somos todos máscaras. Somos todos personagens a cada instante. Tolos personagens feitos pelos discursos, ora mentirosos, ora propensos a uma sinceridade também fictícia. Somos todos máscara, esse objeto ancestral. Esse segundo rosto que inventamos para chamar a atenção dos deuses. Ainda hoje, em recônditos perdidos, velhos mascareiros entram em transe ao compor uma máscara. É como se fosse um ritual sagrado, um espaço de magia que se instaura entre o homem e a imagem que logo será seu rosto. É como se o rosto não fosse suficiente, como se a máscara natural que carregamos fosse muito frágil para dar conta do mistério: é preciso aumentar o rosto, enfeitá-lo, endurecê-lo com madeira, couro, tecido, ou outro material que vá além da carne.
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Palavras em Blocos

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Olimpíada, os extremosPrimeiro essa observação quase estapafúrdia: as olimpíadas derivam dos ritos funerários setecentos anos antes de Cristo. Parece um paradoxo: a excelsa celebração do corpo é um contraponto à decomposição do próprio corpo. É a vida se vingando da morte. Todas culturas têm ritos sofisticadíssimos para exorcisar a morte. Seg undo um ditado antigo: os mortos governam os vivos. Segundo os maldosos: alguns governantes já morreram há muito, apenas se esqueceram de deitar o caixão.
Seja como for, a olimpíada é o momento de esplendor da vida. É o momento em que o herói, por um instante, é imortal. Por isto, lhe conferem o ouro - o brilho, a perenidade, a glória. E nós assistimos a isto porque queremos ver a superação de nossas deficiências. Até os deficientes fisicos têm sua olimpíada. Eles, todos nós, nos superarmos através do outro.
Daí que as olimpíadas sejam o momento em que os extremos se encontram, se chocam, se abismam e nos levam às alturas ou nos prostram aterrados.…

Feliz Aniversário para Caetano Veloso!

Hiroshima e Nagasaki, uma tragédia mundial

Cielo, Bronze e o Mensalão...

Cielo não tem que chorar, não. Ele é um campeão olímpico e agora arrebata o Bronze. Uma honra! Seu choro é por não ter ganho a medalha de ouro, porém é um vencedor. Veja, quantas medalhas o Brasil ganhou mesmo, até agora? Calma Cielo. Você já faz parte da melhor de nossas histórias. Agora, Mensalão, Dirceu, Anões do orçamento, Propinas, Pizzas, Mensaleiros, Corrupção, vigarice... Não adianta, Cielo. Você tem do que se orgulhar, e nós de tudo o que você fez. Erga a cabeça, lute, e saiba que pode dormir tranquilo, porque de você guardaremos o nosso melhor... Não volta para o Brasil, não. Aqui você vai ter de conviver com essa onda de positivismo, essas verbas que sempre faltam e essa lama que deixa um cheiro intragável no ar de nossa pátria. Cielo, você faz parte do panteão de heróis que nos faltam à beça por aqui: por qual razão chorar? Choremos nós, um povo que tem de ouvir de altos juristas que nem tudo que é ilegal, é ilegal e que mesmo se sendo desonesto, tudo se faz porque os fins…

Prosa, poesia e correspondências

Poesia, prosas e concursos

Concurso CESGRANRIO Novos Talentos de Poesia (até 31/8)